quarta-feira, 31 de março de 2010

PASSEIO DE TT (TODO-TERRENO) EM S.J.MATAS


No dia 03 de Abril (Sábado de Páscoa) haverá um grandioso passeio de Moto 4, Jipes, Pick up´s, Motos, Motorizadas, tractores e quase tudo o que puder andar por estes montes fora.
Vem passar uma manhã divertida com todos nós e no final ficas com a recordação de um dia bem passado em boa companhia.

sexta-feira, 26 de março de 2010

UMA PÁSCOA FELIZ PARA TODOS


Desejo a todos os habitantes da Freguesia de Envendos e do Concelho de Mação , bem como a todos os nossos visitantes uma Santa e Feliz Páscoa.
Cuidado com o consumo exagerado de ovos chocolate pois penso que o coelho andou a fazer asneiras.

A Páscoa simboliza o renascimento, a vida renovada, o seu significado é portanto muito importante para todos e é esse espírito que se quer também para as nossas vidas e aproveitem bem o dia-a-dia.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Estradas de Portugal não alarga via que liga Envendos à A23

A Estradas de Portugal (E.P) não prevê voltar a fazer qualquer alargamento dos troços das Estradas Regionais 351 e 359, que fazem a ligação da auto-estrada A23 à localidade de Envendos, concelho de Mação, com o argumento de que a largura mínima destas vias é de 5 metros. Contas diferentes faz João Matos Pereira (PS), actual presidente da Junta de Freguesia de Envendos que, munido de uma fita métrica, andou a medir a ER359. “Constatei que tem de largura, nalguns sítios, dois metros e noutros sítios 1,90 metros. Isto não lembra a ninguém no século XXI”, disse. Segundo o autarca, a antiga estrada nacional acolhe todos os dias a passagem de 35 camiões que se dirigem ou regressam da fábrica de engarrafamento de água da Unicer, no lugar de Ladeira de Envendos.
De acordo com informação das Estradas de Portugal enviada a O MIRANTE, na sequência de um pedido de esclarecimento feito em Novembro, a empresa fez a “reparação pontual do pavimento da ER351, entre Venda Nova e Envendos, numa extensão aproximada de 2,5 km”. Já em Outubro foram feitos o “alteamento e regularização de bermas, em ambos os troços, seguido da ceifa de ervas, limpeza de valetas e de passagens hidráulicas. Apesar desta intervenção, o problema de condicionamento de trânsito mantém-se, de acordo com João Matos Pereira. “Cada vez que se cruzam dois camiões há problemas. Estas duas vias precisam urgentemente de ser alargadas como deve ser”, aponta. O responsável reuniu recentemente com o director da Delegação Regional da E.P. mas saiu desanimado.
Outro aspecto do problema prende-se com uma intervenção que ocorreu no final do ano nessas vias. João Matos Pereira aponta que andaram a colocar - no troço entre Envendos e o nó da A23 - “uma pequena faixa de alcatrão a frio nas bermas existentes, sem as prepararem para tal”. O autarca atesta que, de facto, com esta intervenção alargou-se um pouco a via mas devido à chuva as bermas já estão a começar a abater e a ficar desniveladas, “o que acarreta muita insegurança nas ultrapassagens de carros ligeiros e camiões”.
Sem considerar que assim o seja, a Estradas de Portugal apenas acrescenta que está prevista, nos próximos meses, uma intervenção de reabilitação e reforço estrutural do pavimento para a ER351, entre Envendos e o limite de distrito de Castelo Branco.
in " O Mirante"

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mação “Capital do Presunto” aposta na certificação da produção

O concelho de Mação é responsável por 70 por cento da produção nacional de presunto, o que levou os empresários do sector a iniciarem um processo de homogeneização e certificação do produto, para “abrir novos mercados”. A certificação do presunto produzido no concelho resulta da união das empresas transformadoras em torno de critérios e normas de qualidade claras que, sob a designação de “Marca Mação”, pretende promover o produto mais emblemático do concelho.

Com cerca de uma dezena de empresas, 200 funcionários e cinco mil toneladas de presunto produzidas por ano, Mação beneficia de um “microclima favorável” ao sector e do saber fazer de “tradições ancestrais”.

“Se a altíssima qualidade dos nossos presuntos permitiram granjear uma quota de mercado tão grande, com a ‘Marca Mação’ e o processo de certificação que lhe está intrinsecamente associado damos uma nova garantia, uma nova imagem, de modo a ganhar uma maior homogeneidade entre todos os produtores na fabricação e distribuição”, diz o vereador António Louro.

Segundo o autarca, este processo de certificação “é uma nova era que se abre e que permite aumentar o nível qualitativo do produto final, aliando e adaptando o saber fazer às realidades actuais do mercado e ao tipo de produtos que o consumidor procura e necessita”.

“É um salto que se dá”, afirmou António Louro, acrescentando que a “a criação de sinergias e a junção da produção das várias indústrias permite criar maiores quantidades e abrir novos horizontes à exportação”.

Situada na freguesia de Envendos, o maior centro produtor desta indústria no concelho, a empresa Damatta foi a primeira a iniciar o processo de certificação do presunto. Segundo disse à Lusa o director de operações da empresa, que começou a laborar em 1907 e facturou em 2009 cerca de dez milhões de euros, o “segredo do sucesso está nas características ambientais e climáticas muito próprias de Mação, com um microclima favorável à produção e secagem do presunto”.

“Estamos no mercado há mais de 100 anos e o que nos diferencia é este saber fazer ancestral e as condições ambientais, mas também a matéria prima, a salga e a cura em si”, afirmou Manuel Vaz.

Para o responsável da Damatta, empresa que produz 1.800 toneladas de pernas de presunto por ano, o processo de certificação “vem normalizar e conferir uma garantia acrescida ao consumidor final de que está a adquirir o melhor presunto produzido em Portugal”.

Uma opinião partilhada por Fernando Monteiro, veterinário municipal e supervisor da execução do caderno de especificações. De acordo com este responsável, com este processo de certificação, em que as pernas são marcadas a fogo, o que se pretendeu foi “estabelecer um conjunto de princípios que todos os produtores têm de respeitar, um conjunto de passos em termos de fabrico e de exigência de qualidade, criando um produto topo de gama”.

“Promover um produto ao mais alto nível é promover as empresas e, promovendo as empresas, estamos também a promover uma região”, afirmou. Tendo em conta o tempo mínimo de processamento para pernas com pernil - nove meses - os primeiros presuntos certificados estarão aptos para consumo no final do próximo Verão.

in "O Mirante"